...sobre o que tenho aprendido e sobre escolhas que podemos fazer...
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
onças e jacarés
Ig é um maltês de 2,5 kg. Esperto, mas carinhoso com poucos. Melhor não se atrever a querer fazer um carinho. Os dentes são pequenos como ele, mas afiados. Às vezes se comporta mais como um gato do que um cão, gato arisco que fique claro. Durante o dia seu passatempo é assistir televisão. Especialistas dizem que cães enxergam em slides. Eu acho que não. O Ig acompanha cada movimento de qualquer ser não humano que passa na televisão. Assistiu a Era do Gelo e adorou Garfield. Não falo de uma cena ou outra. O pequeno assistiu aos filmes do início ao fim. Ao comer, precisa “caçar” cada grão de ração e “matar” os benditos grãos coloridos. Mas com tudo isso, percebo como ele foi privado da sua liberdade. E tenho muita responsabilidade nisso. Animais domésticos são quase como animais de cativeiro. No caso do Ig, a diferença é ele poder passear de carro com a cabeça para fora da janela. Ele fica eufórico de alegria e aí faço de conta que essa liberdade para ele basta.
É sexta-feira e aproveito para assistir globo repórter. Hoje na janela dele há onças e jacarés.
domingo, 8 de maio de 2011
Mãe
Talvez o maior presente que minha mãe tenha me dado tenha sido a liberdade de poder fazer minhas próprias escolhas. Seja quando eu tinha 4 anos e queria me vestir sozinha fazendo combinações de gosto questionável, ou quando eu tinha 17 anos e não sabia se queria ser dentista ou arquiteta. Seja quando decidi me casar aos 21 e conhecer o outro lado do mundo ou quando decidi que não precisava seguir nenhuma religião para estar com Deus. O que entendo da vida deve-se as conseqüências das minhas escolhas, e como agradecer alguém por isso? Não existem palavras que consigam expressar minha gratidão. O que posso fazer é continuar sendo livre, errando ou acertando, mas livre.
Felicidades todos os dias, mãe!
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domingo, 17 de abril de 2011
A Estrada
Palavras para quem fez minha vida diferente. Obrigada, Atair!
Entre tantos rumos e consumos
Entre tantas rotas sem direção
Você me mostrou por qual caminho seguir
E assim meus passos seguem minha fé
E assim a estrada se constrói
Preciso de amor enquanto caminho
Preciso de calor enquanto chove
Preciso de sabor enquanto respiro
Preciso ver cor de olhos fechados
Preciso ser luz de corpo inteiro
Por que agora conheço do que a verdade é feita
E me reconheço sem julgar
E aprendo ao errar
Achava que precisaria morrer para ir ao céu
Mas não é bem assim
E você me levou lá
Como num sonho bom
Daqueles que não se quer acordar
E lá no céu agradeci ao Pai
Por você ter sido meu guia
E agora agradeço somente a você
Por ter me mostrado tudo que eu não via
Por ter feito minha vida diferente
Por me lembrar de tudo isso
Que só o amor importa
Que para tudo que se faz não há volta
Mas que há um lugar para onde voltar
Como num sonho bom
Mas que não é preciso acordar
Agradeço sempre por você, pelo que faz
Pela fé que me mantém
E pela minha vida que a cada dia se refaz
E por você me lembrar de tudo isso
De coisas que eu já sei
Porque já estive no céu
E assim meus passos seguem minha fé
E assim a estrada se constrói
segunda-feira, 4 de abril de 2011
De todas as cores
Ser rosa e ser amor
Ser amarelo e ser calor
Ser verde e ser natureza
Ser vermelho e ser pureza
Ser azul e ser verdade
Ser violeta e ser serenidade
Ser laranja e ser confiança
Ser índigo e ser criança
Ser marrom e ser aprendiz
Ser cinza e ser feliz
Ser branco e colorir!
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Miss Potter
O filme Miss Potter (2006) retrata a vida da escritora e ilustradora Beatrix Potter (1866-1943). Desde criança Beatrix gostava de criar estórias e de desenhar animais. Mas os esboços são transformados em livros somente após ela conhecer Norman Warne, e o mundo passa, então, a conhecer o coelho Peter Rabbit.
Beatrix Potter tornou-se uma das mais bem sucedidas escritora e ilustradora de livros infantis. Os esboços que Beatrix fez aos nove anos de idade estão guardados no Victoria & Albert Museum, em Londres.
Dom da arte? Vale a pena conferir!
domingo, 13 de março de 2011
O burro e a estrada
Hoje escutei a seguinte estória.
Um dia Deus observou um burro caminhando por uma estrada. A estrada era longa, cheia de obstáculos e difícil de caminhar. Deus então perguntou:
- Burro, por que escolheu esta estrada?
O burro respondeu:
- Porque esta é a MINHA estrada.
Um pouco mais adiante, Deus avistou outro burro caminhado por outra estrada. Esta estrada também era longa, mas a paisagem era tão bonita que não se percebia a distância. Deus então perguntou:
- Burro, por que escolheu esta estrada?
O burro respondeu:
- Porque esta é a MELHOR estrada.
A estrada que nos leva até o Pai é uma só. Mas a caminhada (a vida) ser difícil ou prazerosa depende de nós, pois, cada um é responsável por suas próprias escolhas.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
corpo e mente
Lembrete do dia:
Movimentar o corpo e repousar a mente!
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
em cima do muro
Por estar no meio acadêmico (como estudante), comecei a achar que tenho que ter opinião para tudo, seja na aula de tecnologia, de desenvolvimento sustentável, de desenvolvimento regional ou mesmo em discussões sobre Dilma ou Serra ou BBB. Durante as aulas, mais de uma vez escutei de algum colega: “sou muito crítico”. Em outras palavras isso queria dizer: “tenho opinião e não me convenço facilmente”. Ser uma pessoa crítica é visto como uma qualidade; enquanto ser neutro é uma desqualificação. Pois, ficar em cima do muro é um sinônimo de não posicionamento; falta de atitude. E isso é só um reflexo de como funciona nossa sociedade. Pois bem, ontem teve bate papo com amigos (o próximo é dia 14/03, aberto a todos, clique aqui p/ ver mais informações). Entre muitos outros assuntos, mas que no final fazem parte de um só: o mundo do Pai, falou-se na questão de ser neutro. Eu adorei porque, sinceramente, me dá uma “preguiça” ter uma opinião para tudo.
Para dizer se algo é bom ou ruim, ou se você prefere esse ou aquele, temos que fazer um julgamento. Assim, ora somos juízes de todos e de tudo, ora somos julgados! Mas no final tanto faz a escolha, temos que aprender com todas as situações. Pelo fato de estarmos sempre julgando, não julgar e ser neutro é ter muita mais atitude!
Estamos sempre interferindo nas escolhas dos outros, na vida dos outros. Temos que ser livres e deixar que os outros também sejam. Livres para ficar do lado A, do lado B, ou de lado nenhum! Quem está de um lado só consegue ver o que acontece ali, naquele local, por causa daquele posicionamento. Não consegue ver além do muro. Já a vida vista por quem está em cima do muro é muito mais interessante, pois se consegue ver o que há de um lado do muro e o que há do outro. Não ficamos presos a idéias que precisam ser defendidas. Ficar em cima do muro, afinal, pode ser bem mais divertido!
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
aprendendo sobre o Pai
Falar sobre o Pai é muito bom, e aprender sobre o Pai, melhor ainda. Segue, então, dois vídeos do Atair dos Santos no Programa Ampla Visão.
O conhecimento só tem utilidade quando vem acompanhado da prática! ;-)
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Quando ela canta
Quando ela chega
A luz se apaga
E mesmo assim vejo o brilho do seu olhar
A luz se acende
E o que eu vejo é a sua cor,
que brilha ainda mais que o brilho do seu olhar
Quando ela canta
Toma conta do palco
Sua voz preenche os vazios
Então tudo se enche de amor
E ela se sente mais perto de Deus
Quando ela canta
Sua musica toma conta de mim
E reconheço: sou feliz sim!
Então tudo se completa com amor
E ela também me faz sentir mais perto de Deus
A luz se apaga
E mesmo assim vejo o brilho do seu olhar
A luz se acende
E o que eu vejo é a sua cor,
que brilha ainda mais que o brilho do seu olhar
Quando ela canta
Toma conta do palco
Sua voz preenche os vazios
Então tudo se enche de amor
E ela se sente mais perto de Deus
Quando ela canta
Sua musica toma conta de mim
E reconheço: sou feliz sim!
Então tudo se completa com amor
E ela também me faz sentir mais perto de Deus
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
A responsabilidade de cada um
Menino querido, bonito e sonhador. Até o dia, sem que ninguém percebesse o que estava acontecendo, ele se joga da janela de um edifício, não qualquer edifício, mas um que ele escolheu somente para isso. Diária do hotel paga e ao final desta, lá este ele, no chão, com seu corpo machucado e sem vida.
Era esperado o sentimento de tristeza depois do ocorrido, assim como a procura por um “culpado” pelo suicídio do menino querido. Ao velar o corpo, em qualquer rodinha poder-se-ia ouvir: a culpa foi da mãe ausente, do pai machista, daqueles que não o cuidaram bem. Posso estar sendo radical, mas acho que cada um é o único responsável por sua vida. Todos esperam ser amados e felizes e é triste quando alguém perde a capacidade de sentir amor, podendo chegar ao ponto de não mais querer viver. Porém, em qualquer situação, sempre teremos pelo menos duas opções. Por isso, entendo que talvez outras pessoas contribuam para o estado depressivo de alguém, mas se deixar abater e tirar a própria vida é responsabilidade apenas desta pessoa. Em situações como esta, quando apontamos os culpados, queremos na verdade fazer com que o outro sinta culpa e sofra, como se toda a culpa e sofrimento que cada um carrega dentro de si não fosse o suficiente. É como se, de alguma forma, pudéssemos penalizar aqueles que achamos que poderiam ter evitado a morte de alguém; é como se além de juiz, agíssemos como “carrasco” ao punir os “culpados”. Mas ao fazer isso tiramos a responsabilidade de cada um por sua vida.
Dizem ou pelo menos pensam que quem se mata não vai para o “céu”, pois para o suicidas há um lugar só deles (o inferno?). Posso estar errada, mas acho que o livre arbítrio é soberano e mesmo na hora da morte somos nós quem escolhemos se vamos ou não para a luz, para perto do Pai. As pessoas imaginam o Pai como alguém que pune, então se você tira sua vida, você será castigado. Mas não consigo ver o Pai assim. O Pai é amor, então como Ele faria isso com alguém que precisa tanto sentir amor? Se quando morremos recusamos o Pai, é responsabilidade nossa; não é Deus quem recusa, somos nós quem recusamos Ele. Posso estar errada novamente, mas acho que sempre teremos escolha, sempre! Já o Pai nunca precisou nos escolher porque nunca nos abandonou e espera o dia em que voltaremos para casa, isso eu tenho certeza.
Era esperado o sentimento de tristeza depois do ocorrido, assim como a procura por um “culpado” pelo suicídio do menino querido. Ao velar o corpo, em qualquer rodinha poder-se-ia ouvir: a culpa foi da mãe ausente, do pai machista, daqueles que não o cuidaram bem. Posso estar sendo radical, mas acho que cada um é o único responsável por sua vida. Todos esperam ser amados e felizes e é triste quando alguém perde a capacidade de sentir amor, podendo chegar ao ponto de não mais querer viver. Porém, em qualquer situação, sempre teremos pelo menos duas opções. Por isso, entendo que talvez outras pessoas contribuam para o estado depressivo de alguém, mas se deixar abater e tirar a própria vida é responsabilidade apenas desta pessoa. Em situações como esta, quando apontamos os culpados, queremos na verdade fazer com que o outro sinta culpa e sofra, como se toda a culpa e sofrimento que cada um carrega dentro de si não fosse o suficiente. É como se, de alguma forma, pudéssemos penalizar aqueles que achamos que poderiam ter evitado a morte de alguém; é como se além de juiz, agíssemos como “carrasco” ao punir os “culpados”. Mas ao fazer isso tiramos a responsabilidade de cada um por sua vida.
Dizem ou pelo menos pensam que quem se mata não vai para o “céu”, pois para o suicidas há um lugar só deles (o inferno?). Posso estar errada, mas acho que o livre arbítrio é soberano e mesmo na hora da morte somos nós quem escolhemos se vamos ou não para a luz, para perto do Pai. As pessoas imaginam o Pai como alguém que pune, então se você tira sua vida, você será castigado. Mas não consigo ver o Pai assim. O Pai é amor, então como Ele faria isso com alguém que precisa tanto sentir amor? Se quando morremos recusamos o Pai, é responsabilidade nossa; não é Deus quem recusa, somos nós quem recusamos Ele. Posso estar errada novamente, mas acho que sempre teremos escolha, sempre! Já o Pai nunca precisou nos escolher porque nunca nos abandonou e espera o dia em que voltaremos para casa, isso eu tenho certeza.
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Não duvido ser capaz
O Pai é fé, amor e justiça.
Diante de uma adversidade eu costumava pensar: como é difícil ter fé, sentir amor e ser justo! E dúvida de mim mesma se um dia conseguiria...
Sei que embora esteja “distante” do Pai, faço parte dele. Então, partindo desta lógica, a fé, o amor e a justiça já estão em mim, portanto deveria ser fácil agir a favor do que é inerente a nós mesmos. Difícil é a gente agir com violência!
Veja o esforço necessário para agredir alguém, a força necessária para bater, até para se defender. Nosso corpo se contrai, a expressão facial se modifica e os batimentos cardíacos aceleram. Quando alguém pretende prejudicar/desmoralizar o outro, perceba como esta pessoa seleciona as palavras. No entanto, em uma atitude de afeto, palavras não são sequer necessárias! Alguém que nega a existência de Deus precisa negar antes aquilo que ela sente, então procura uma série de argumentos para justificar a si própria. Alguém que julga precisa se reafirmar ou reafirmar sua posição a todo o momento para não entrar em contradição.
Outro exemplo bem simples: alguém ansioso desconta na comida e exagera, depois sente culpa e o corpo acaba denunciando: quilos a mais (acabo eu mesma de me identificar...). Perceba a violência e a conseqüência física que a culpa é capaz de gerar. Se respeitássemos a vontade do nosso corpo, iríamos nutri-lo adequadamente, sem exageros e teríamos um corpo saudável. Mas alguns preferem, de certa maneira, destruir-se aos poucos. O exemplo da comida é realmente simplório e parece um exagero da maneira como coloquei a palavra “destruir”, mas considere que esta mesma situação pode ser aplicada as drogas, ao cigarro, as bebidas alcoólicas e a qualquer outro estimulante.
O que estou tentando dizer é que gastamos muito mais energia ao sermos violentos (com os outros ou com nós mesmos), enquanto seria muito mais natural se agíssemos com serenidade. Embora tente fazer minha parte, sei que não pratico fé, amor e justiça. Mas pelo menos não duvido ser capaz.
Diante de uma adversidade eu costumava pensar: como é difícil ter fé, sentir amor e ser justo! E dúvida de mim mesma se um dia conseguiria...
Sei que embora esteja “distante” do Pai, faço parte dele. Então, partindo desta lógica, a fé, o amor e a justiça já estão em mim, portanto deveria ser fácil agir a favor do que é inerente a nós mesmos. Difícil é a gente agir com violência!
Veja o esforço necessário para agredir alguém, a força necessária para bater, até para se defender. Nosso corpo se contrai, a expressão facial se modifica e os batimentos cardíacos aceleram. Quando alguém pretende prejudicar/desmoralizar o outro, perceba como esta pessoa seleciona as palavras. No entanto, em uma atitude de afeto, palavras não são sequer necessárias! Alguém que nega a existência de Deus precisa negar antes aquilo que ela sente, então procura uma série de argumentos para justificar a si própria. Alguém que julga precisa se reafirmar ou reafirmar sua posição a todo o momento para não entrar em contradição.
Outro exemplo bem simples: alguém ansioso desconta na comida e exagera, depois sente culpa e o corpo acaba denunciando: quilos a mais (acabo eu mesma de me identificar...). Perceba a violência e a conseqüência física que a culpa é capaz de gerar. Se respeitássemos a vontade do nosso corpo, iríamos nutri-lo adequadamente, sem exageros e teríamos um corpo saudável. Mas alguns preferem, de certa maneira, destruir-se aos poucos. O exemplo da comida é realmente simplório e parece um exagero da maneira como coloquei a palavra “destruir”, mas considere que esta mesma situação pode ser aplicada as drogas, ao cigarro, as bebidas alcoólicas e a qualquer outro estimulante.
O que estou tentando dizer é que gastamos muito mais energia ao sermos violentos (com os outros ou com nós mesmos), enquanto seria muito mais natural se agíssemos com serenidade. Embora tente fazer minha parte, sei que não pratico fé, amor e justiça. Mas pelo menos não duvido ser capaz.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Ver o outro e enxergar a si mesmo
Quando crianças desejamos ser iguais para sermos aceitos, pois não queremos ser excluídos, nem rejeitados. Depois o objetivo não é simplesmente ser aceito; buscamos ter poder e isso significa ter e ser mais que o outro, significa ser diferente. Assim, julgamos a todos como se não fossemos iguais. E a cor, gênero, preferência sexual, status social, religião, partido político..., características que nos diferenciam passam a ter mais importância do que nossa essência. Admitir que o outro é igual passa a ser sofrível, como se isso nos diminuísse. Fazemos, então, diferença em tudo, absolutamente tudo!
Notícias de pais que matam filhos ou filhos que matam os pais; chocam, é verdade. Mas por que chocam mais do que assassinatos ou violências que envolvem desconhecidos? Entendo que a família seja considerada “sagrada”. Mas se somos filhos de um mesmo Pai, o que deveria ser família? Talvez a resposta para todas estas questões seja porque também fazemos diferença em relação ao amor. Elegemos algumas pessoas para “amar”: nossos familiares, amigos,... Mas “amar ao próximo” não se refere aos eleitos, mas a qualquer um. Notícias como as citadas não deveriam chocar mais do que qualquer outra sobre violência entre seres humanos; quem mata não é um pai, uma filha, ou um assaltante. Não somos categorias e o que se perde nesses casos é a mesma coisa: a vida.
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domingo, 17 de outubro de 2010
Todo dia é recomeço
Todo dia é recomeço
Todo erro é oportunidade
Toda falta é saudade
Toda discussão é vaidade
Todo sentir é verdade
Então, recomeço.
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terça-feira, 12 de outubro de 2010
sobre religião
Tudo o que sinto sobre Deus, nada tem a ver com religião. Muito pelo contrário, a visão tradicional das religiões (qualquer delas) me deixa cheia de dúvidas e questionamento. Que Deus é esse que castiga, que condena e que dá "a cruz para quem pode carregá-la"? Que pai quer que seu filho aprenda por meio do sofrimento? Então, por que Deus seria assim?
Acreditar vem de crer e para isso basta usar seus comandos cerebrais. Tenho sim, fé no Pai. E isso está intrínseco em você ou não. Fé se sente e não se aprende em livros. Como diz um trecho de uma música "não acredito em nada não, só não duvido da fé".
Acreditar vem de crer e para isso basta usar seus comandos cerebrais. Tenho sim, fé no Pai. E isso está intrínseco em você ou não. Fé se sente e não se aprende em livros. Como diz um trecho de uma música "não acredito em nada não, só não duvido da fé".
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sobre "A Estrada"
Minha única intenção com este espaço é compartilhar minha maneira de pensar sobre Deus, ou melhor, minha maneira de senti-lo. A palavra "Deus" parece me distanciar de alguém que está tão próximo a mim, que me conhece mais do que eu mesma, então prefiro chamá-lo de Pai. Se a estrada que leva ao Pai é longa ou não, eu não sei...isso depende de como você aproveita essa viagem chamada vida!
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